quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Nova espécie de macaco 'loiro' é descoberta na África

Cientistas descobriram uma nova espécie de macaco nas florestas da República Democrática do Congo (RDC), na África. Conhecido pela população local como macaco-lesula, o animal tem grandes olhos cor-de-mel, rosto e peito cobertos por pelos loiros, com pelagem levemente negra no topo da cabeça e tom mais escuro nos ombros, braços, patas e no corpo.

Foto: reprodução/"PLoS One"

Matéria completa: G1
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segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Menino vai vender âmbar raro para ajudar animais

Charlie Naysmith, de apenas 8 anos, passeava pela praia de Hengistbury Head, no sul do Reino Unido, quando encontrou aquilo que pensava ser uma simples pedra. No entanto, a descoberta acabou por se revelar um raro âmbar de vômito de cachalote que poderá valer cerca de 50 mil euros. O objetivo do menino é, agora, usar o montante para construir um abrigo para animais.

Numa entrevista concedida à ABCNews, Charlie e o pai, Alex Naysmith, confessaram que só se deram conta do que tinham descoberto depois de uma pesquisa na Internet. Este âmbar, que é expelido das entranhas da baleia através do vômito, é muito procurado pelos fabricantes de perfumes caros porque emana um odor suave.

Apelidado de “ouro flutuante” pelos cientistas, o âmbar é um excremento natural que os cachalotes usam como digestivo e é expelido pelo abdómen destes animais a quilômetros da costa. Após uma exposição prolongada ao sol e à água salgada, transforma-se numa pedra compacta com um cheiro agradável.

Até agora apenas um biólogo local, do Sul da Inglaterra, analisou o âmbar que acredita ter mais de 200 anos. Alex está convencido que o âmbar esteve a flutuar durante décadas no mar e convida qualquer especialista que esteja disponível para viajar até ao país e analisar a “pedra”.

Caso seja vendido, o achado vai render ao menino um montante muito elevado. Porém, Charlie já sabe que destino irá dar-lhe. De acordo com Alex, o filho pretende, com o dinheiro da venda, criar uma reserva natural no seu país para abrigar animais. “Ele tem um clube na escola onde começou a cuidar de animais e gostaria de continuar nesse sentido.”, informou o progenitor.


Fonte: Boas Notícias

segunda-feira, 3 de setembro de 2012


ESQUILO VERMELHO

O esquilo-vermelho é tímido e possui a coloração da pele que varia de acordo com a estação do ano. No período de inverno é comum o tom avermelhado se tornar castanho. O animal alimenta-se de vegetais, principalmente de sementes. Cogumelos, fungos e ovos de aves também podem se tornar alimento para este animal.

Foto: Ray Eye


Matéria completa: Canal Azul TV

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sábado, 1 de setembro de 2012


Seu corpo – que pode ser de cores claras ou escuras – é bem rígido e de pequeno porte. Sua cabeça é comumente confundida com sua calda justamente para despistar possíveis predadores. Na época de hibernação, o inverno, armazena gorduras na calda para passar tranquilamente este período.

Somente por sua aparência física, os sonolentos – como também são chamados – já são capazes de atrair muitos olhares. Porém, sua melhor característica fica escondida dentro de sua boca.

A língua azul brilhante é posta para fora quando o animal captura seus alimentos. Caramujos, insetos e flores – dentre outros – compõem sua dieta. Quanto à reprodução, as fêmeas dão à luz de 1 a 4 grandes filhotes. Esses permanecem com os pais durantes vários meses, e mesmo após se libertarem, ainda continuam por perto.


Foto: Benjamint


Fonte: Canal Azul TV

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Fêmea de orangotango é operada de catarata e vê os filhotes pela 1ª vez

Cirurgia da idosa Gober foi a primeira desse tipo em Sumatra, na Indonésia. A primata tinha o problema nos dois olhos e, por isso, não enxergava nada.

Foto: Binsar Bakkara/Arquivo AP

Matéria completa: G1

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Agora a conversa mudou de tom. Os pesquisadores conseguiram embutir uma rede tridimensional de fios em nano escala dentro do tecido humano - é a primeira vez que esse tipo de coisa é feita em 3D. A técnica utilizada permite ainda que as estruturas eletrônicas sejam da mesma escala de tamanho das conexões internas do nosso organismo: uma escala, acredite, muito, mas muito pequena.

Os grandes beneficiados com esses estudos devem ser as áreas de teste de remédios e a chamada medicina regenerativa, campo dedicado à substituição de células, tecidos e órgãos humanos para retomar as funções naturais do corpo.


Fonte: Revista Galileu

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