domingo, 8 de julho de 2012
sexta-feira, 22 de junho de 2012
A LAGARTA QUE SE DISFARÇA DE COBRA
À
primeira vista, pode parecer uma cobra, mas é apenas uma pequena lagarta
com um hábil meio de se defender dos predadores. A Papilio troilus
desenvolveu um par de falsos olhos amarelos e azuis para assustar outros
animais. Quando se desenvolve, ela perde a camuflagem e se transforma
em uma borboleta de asas negras com bolinhas claras. Há lagartas no
Brasil que usam o mesmo tipo de imitação que a Papilio troilus.
Fonte: Terra Ciência
Fonte: Terra Ciência
terça-feira, 19 de junho de 2012
O MENOR CAVALO MARINHO DO MUNDO
Com apenas 16 milímetros de comprimento, o cavalo-marinho pigmeu é o
menor entre todos os outros. Ele pode ser encontrado nos recifes de
corais de países como Indonésia, Malásia e Ilhas Salomão.
Seus
hábitos não são muito diferentes dos de seus familiares. É um peixe, tem
ótima camuflagem – considerada uma das melhores, tanto que sua
descoberta só foi possível após testes
em laboratórios -, alimenta-se de molusco, crustáceos e plânctons, nadam
com o corpo na vertical e podem viver tanto sozinhos como em colônias.
Sua cor é um marrom meio amarelado e quando precisa fixar-se em alguma
superfície, enrola sua calda no local. Assim como os outros, é super
sensível. Portanto, para ter um desses em seu aquário, é necessário ter
água salgada e muito carinho para dar. Infelizmente, e também
como os outros, este animalzinho está sob risco de extinção. Seu nome
pode ser encontrado na Lista Vermelha da União Internacional para a
Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais (IUCN).
Fonte: http://agroba.se/Kxvp7w
Seus hábitos não são muito diferentes dos de seus familiares. É um peixe, tem ótima camuflagem – considerada uma das melhores, tanto que sua descoberta só foi possível após testes em laboratórios -, alimenta-se de molusco, crustáceos e plânctons, nadam com o corpo na vertical e podem viver tanto sozinhos como em colônias. Sua cor é um marrom meio amarelado e quando precisa fixar-se em alguma superfície, enrola sua calda no local. Assim como os outros, é super sensível. Portanto, para ter um desses em seu aquário, é necessário ter água salgada e muito carinho para dar. Infelizmente, e também como os outros, este animalzinho está sob risco de extinção. Seu nome pode ser encontrado na Lista Vermelha da União Internacional para a Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais (IUCN).
Fonte: http://agroba.se/Kxvp7w
segunda-feira, 18 de junho de 2012
CORUJA QUE MUDA DE APARENCIA
As corujas pertencem a uma ordem de aves chamada Strigiformes. Além de serem belas caçadoras (graças aos seus olhos extremamente aguçados), elas são conhecidas pela capacidade que possuem de girar sua cabeça em até 270º.
São bastante atentas ao seu ambiente e fazem o mínimo de barulho possível quando voam. Estão classificadas entre os predadores mais sofisticados do mundo, mesmo sendo tímidas e solitárias.
Esta espécie em específico, a Mocho-de-faces-brancas, tem uma característica bem interessante que a difere das outras corujas. Nativa do sudeste da África, ela tem a habilidade de modificar sua aparência quando está em situações de perigo e ameaça. Seu corpo pode tanto aumentar, para dar a impressão de ser maior, quanto diminuir, para se camuflar e ser confundida com um galho.
Sua ninhada contém dois ou três ovos que permanecem incubados por aproximadamente 30 dias. Eles são postos geralmente em ninho de outros pássaros. As corujinhas jovens deixam o ninho um mês após o nascimento.
CÉLULA, A UNIDADE BASICA DOS SERES VIVOS.
Nessa postagem iremos falar sobre células.
- Bom todos sabe que os seres vivos com exceção
do vírus, são compostos por células. Existem seres formados por apenas uma
célula, como os protozoários, e outros constituídos por milhões delas.
Atualmente entende-se a célula como um complexo
químico tridimensional com intensa atividade, sendo a principal a síntese e transformação
de substancias química.
Uma célula é normalmente constituída por
membrana, citoplasma e núcleo.
A membrana é uma capa formada por lipídios e
proteínas que envolvem a célula.
O citoplasma é um liquido encontrado no interior
da membrana. O citoplasma apresenta uma serie de estruturas em seu interior, denominadas
organelas citoplasmáticas.
- As organelas citoplasmáticas.
A) Lisossomos: pequenas vesículas com enzimas
digestivas, cuja função é digerir substâncias que penetram na célula por
fagocitose ou pinocitose, além de digerir estruturas celulares desgastadas pelo
uso.
Os lisossomos são originados no aparelho de Golgi.
B) Complexo de Golgi: conjunto de
membranas em forma de sacos, que estão sempre empilhados, dentro dos quais
ocorre a armazenagem das substâncias produzidas no interior da célula.
C) Retículo endoplasmático: sistema de membranas
que se apresentam sob forma de canalículos, tubos e sacos, dentro dos
quais circulam as substâncias fabricadas pela célula. Quando possui ribossomos
aderidos, participa das sínteses proteicas e é denominado retículo endoplasmático
rugoso. O retículo endoplasmático possui ainda outras funções: síntese de
esteróides, inativação de certos hormônios e substancias nociva a saúde.
D) Ribossomos: são grânulos encontrados de forma
livre no hialoplasma ou aderidos ao retículo endoplasmático. Está relacionado
com as diversas sínteses proteicas que ocorrem no interior da célula.
E) Mitocôndria: são estruturas membranosas nas
quais ocorre a respiração celular.
F) Cloroplastos: é estruturas membranosas que
contém pigmento verde, a clorofila sendo responsáveis pela fotossíntese. Essas
estruturas não estão presentes em células animais.
G) Centríolos: São cilindros tubulares
relacionados com divisão e o esqueleto celular.
H) Vacúolo de suco celular: presentes
principalmente em células vegetais participam do controle osmótico celular e do
armazenamento de substancias.
- Permeabilidade da Célula:
Moléculas podem entrar na célula por meio de
pequenos esporos existentes na membrana plasmática. A célula também pode
absorver partículas relativamente grandes. Ao entrar em contato com a partícula
a ser absorvida, a membrana plasmática sofre deformação, emitindo pseudópodos
(falsos pés) que envolvem a partícula. As extremidades dos pseudópodos se
fundem, a membrana plasmática sofre regeneração e a partícula passam a ser
envolvida no interior da célula. Esse processo é chamado de Fagocitose. É o
modo pelo qual os protozoários capturam seu alimento.
Já a Pinocitose é o processo utilizado pelas
células para absorver partículas muito pequenas. O material a ser absorvido
entra em contato com a membrana plasmática, que sofre uma invaginação, formando
o canal da pinocitose. O material penetra por esse canal, que sofre a seguir um
estrangulamento. a membrana plasmática sofre regeneração e o material absorvido
fica dentro da célula, envolvido por uma bolsa, chamada pinossomo.
- O Núcleo da Célula:
Normalmente, as células possuem apenas um
núcleo, mas existem células com dois ou vários núcleos. As células musculares
estriadas, por exemplo, têm vários núcleos.
No interior do núcleo existem um ou mais corpos
densos, chamados de nucléolos, um liquido viscoso a carolinfa, e um emaranhado
de fios, denominado cromatina.
Os seres vivos, de acordo com sua organização
celular, podem ser classificados como procariontes ou eucariontes.
Eucariontes são os seres cujas células possuem
um núcleo organizado, constituído pela carioteca, nucléolos e cromatina.
Os procariontes não possuem núcleo organizado em
suas células. Não existe uma carioteca, que isola o material nuclear do
citoplasma. A cromatina dos procariontes encontra-se numa região do citoplasma
chamada nucleóide.
- Carioteca: a carioteca ou membrana nuclear é
formada por duas membranas muito finas, semelhantes as demais membranas
celulares. A carioteca possui poros chamados annulli,
por onde macromoléculas podem passar do núcleo para o citoplasma e vice-versa.
- Cromatina: é o conjunto de cromossomos de uma
célula em interfase, ou seja, uma célula que não esta se dividindo.
Nos procariontes, os cromossomos são constituídos
por moléculas de DNA, cujas extremidades estão unidas por um bloco de proteína.
Nos eucariontes, os cromossomos são formados por
moléculas de DNA, RNA e sais.
- Nucléolos: são estruturas ricas em RNA,
existentes nos núcleos das células dos eucariontes.
Cromossomos: são filamentos longos e finos presentes no núcleo das
células. Durante a divisão celular, os cromossomos sofrem condensação,
transformando-se em bastões curtos e grossos.
Quando condensados apresentam em certas regiões
constrições. Uma dessas constrições é chamada de centrômero.
Os genes, que irão determinar as características
do individuo, estão localizados ao longo dos cromossomos são constituídos por
moléculas de DNA.
Nas células da maioria dos seres vivos, os
cromossomos estão dispostos dois a dois. Esses são os cromossomos homólogos.
As células que possuem pares de cromossomos
homólogos são denominadas Diplóides. As células que apresentam apenas um
cromossomo de cada tipo são chamadas haplóides.
(ADAPTADO POR MURILO VILLA)
Bom,
espero que possam entender!!!
domingo, 17 de junho de 2012
DIVISAO CELULAR (Mitose e Meiose)
Mitose e Meiose.
(TEXTO ADAPTADO POR MURILO VILLA)
- Mitose:
A mitose e um processo
de divisão celular no qual uma célula se divide em duas, produzindo duas
células idênticas. A mitose se divide em 4 fases:
Prófase, Metáfase,
Anáfase e Telófase.
-Prófase: os
cromossomos começam a se enrolar. Os nucléolos desaparecem gradativamente. No
citoplasma, os centríolos migram para direções opostas. A carioteca se rompe e
os cromossomos espalham-se pelo citoplasma.
-Metáfase: com o
rompimento da carioteca, o centro da célula e ocupado por um conjunto de
fibras, denominado aparelho mitótico. Os cromossomos unem-se aos pólos da
célula por meio do aparelho mitótico. A seguir, ocorre a divisão do centrômero
e a separação das cromátides, que passam a ser chamadas de cromossomos irmãos.
-Anáfase: as
cromátides irmãs se separam e unem-se aos pólos da célula por meio das
fibras cromossômicas. Quando os cromossomos atingem os pólos da célula, termina
a anáfase e começa a telófase.
-Telófase: as
vesículas resultantes da fragmentação da carioteca começam a se concentrar em
torno dos conjuntos cromossômicos, formando novas cariotecas. Os cromossomos se
descondensam e os nucléolos reaparecem. As fibras do aparelho mitótico
desaparecem e o citoplasma divide-se em dois.
- Meiose:
É um processo de
divisão celular no qual uma célula diplóide da origem a células haplóides. Na
meiose ocorrem duas divisões celulares consecutivas. A prófase da primeira
divisão e longa e nela ocorrem fenômenos não observados em outros tipos de
divisão celular.
A prófase da primeira
divisão celular pode ser dividida em 5 fases:
-Leptóteno: começa a
condensação dos cromossomos. Ao longo dos cromossomos nota-se a presença
denominados cromômeros.
-Zigóteno: os
cromossomos homólogos começam a se emparelhar, enquanto continuam a condensar.
-Paquíteno: nessa
fase, cada cromossomo está constituído por duas cromátides. Cada par de
cromossomos homólogo aparece como uma única estrutura e são denominados
bivalentes. Cada cromossomo bivalente possui quatro cromátides. Nessa fase ou
no zigóteno podem ocorrer quebras em cromátides homólogas. Um pedaço de uma
cromátide se solda no pedaço da cromátide homóloga e vice-versa. Esse fenômeno
é chamado de crossing-over ou permutação. A seguir, os
cromossomos homólogos começam a se separar.
-Diplóteno: à medida
que os cromossomos homólogos se separam, as cromátides homólogas se cruzam. O
cruzamento das cromátides homólogas chama-se quiasma.
-Diacinese: os
nucléolos desaparecem. A separação dos cromossomos homólogos continua e os
quiasmas vão se deslocando em direção às extremidades dos cromossomos.
-Metáfase I: a
carioteca se rompe e a região equatorial da célula passa a ser ocupada pelo
aparelho ou fuso mitótico. Os cromossomos unem-se as fibras de pólos opostos.
Os cromossomos se deslocam para os pólos da célula, sem que haja divisão dos
centrômeros.
-Anáfase I: os
cromossomos homólogos, com as cromátides unidas pelo centrômero, atingem os
pólos da célula.
-Telófase: os
cromossomos homólogos se descondensam, os nucléolos reaparecem e a carioteca se
regenera. Aparecem dois novos núcleos nos pólos da célula e o fuso desaparece.
-Prófase II: os
cromossomos tornam a se condensar e os nucléolos desaparecem. A carioteca
rompe.
-Metáfase II: os
cromossomos se espalham e migram para a zona equatorial da célula. O fuso
acromático reaparece e os cromossomos unem-se às fibras do fuso.
-Anáfase II: os
centrômeros se dividem e as cromátides irmãs estão unidas as fibras de pólos
opostos. Os cromossomos, constituídos por uma cromátide, migram para os pólos
da célula.
-Telófase II: nos pólos de cada célula os cromossomos se
desenrolam, os nucléolos reaparecem e as cariotecas se regeneram. o citoplasma
se divide, originando duas células haplóides.
Em casos de duvidas, deixe um comentario abaixo!
sábado, 16 de junho de 2012
DIABO DA TASMANIA RESISTIRAO ATE 2016?
O maior marsupial carnívoro do mundo está sob forte risco de
extinção. Conhecido como diabo-da-tâsmania, este mamífero tem sido
vítima de um tipo de câncer altamente contagioso que causa tumores
faciais.
Esta doença, cuja sigla em inglês é DFTD e sua primeira aparição ocorreu no ano de 1996, já eliminou cerca de 80% desta população que é originária da Austrália. Através disso, os cientistas começaram a preparar o genoma do diabo-da-tasmânia com o objetivo de protegê-los do sumiço.
Para entendermos um pouco sobre essa grave situação, o professor de bioquímica e biologia molecular da Penn State University e principal autor de um estudo que foi publicado na edição da última segunda-feira, 27 de junho, nas atas da Academia Americana de Ciências, explica “Imaginem só um câncer humano que fosse contagioso através do aperto de mão. Erradicaria nossa espécie muito rapidamente”.
Driblando a má notícia de que a epidemia poderia aniquilar toda a espécie em 5 anos (caso a doença atinja todo seu território), os cientistas deram início a um programa experimental de vacinação e, este ano, já identificaram um diabo-da-tasmânia que conseguiu demonstrar resposta ao tumor com base em seus anticorpos.
Para chegar a esse resultado, os cientistas utilizaram a informação derivada do sequenciamento genético da espécie para então selecionar geneticamente a que seja mais resistente. Os alvos foram um macho que se chamava Cedric (nascido em cativeiro) e uma fêmea Spirit, nascida em liberdade e que morreu em decorrência da doença.
Após isso, eles compararam a informação genética recente com uma que foi encontrada em 175 exemplares desses animais que estavam em museus. Em seguida, estas foram combinadas com o objetivo de criar um modelo que determine quais animais devem ser capturados para desenvolver um programa de criação em cativeiro similar aos já existentes na Tasmânia e na Austrália em geral.
De acordo com Schuster, “é preciso desenvolver um conjunto de exemplares saudáveis variados, que podem lutar contra futuras doenças ou até mesmo contra agentes patogênicos que talvez ainda não tenham evoluído".
Esta doença, cuja sigla em inglês é DFTD e sua primeira aparição ocorreu no ano de 1996, já eliminou cerca de 80% desta população que é originária da Austrália. Através disso, os cientistas começaram a preparar o genoma do diabo-da-tasmânia com o objetivo de protegê-los do sumiço.
Para entendermos um pouco sobre essa grave situação, o professor de bioquímica e biologia molecular da Penn State University e principal autor de um estudo que foi publicado na edição da última segunda-feira, 27 de junho, nas atas da Academia Americana de Ciências, explica “Imaginem só um câncer humano que fosse contagioso através do aperto de mão. Erradicaria nossa espécie muito rapidamente”.
Driblando a má notícia de que a epidemia poderia aniquilar toda a espécie em 5 anos (caso a doença atinja todo seu território), os cientistas deram início a um programa experimental de vacinação e, este ano, já identificaram um diabo-da-tasmânia que conseguiu demonstrar resposta ao tumor com base em seus anticorpos.
Para chegar a esse resultado, os cientistas utilizaram a informação derivada do sequenciamento genético da espécie para então selecionar geneticamente a que seja mais resistente. Os alvos foram um macho que se chamava Cedric (nascido em cativeiro) e uma fêmea Spirit, nascida em liberdade e que morreu em decorrência da doença.
Após isso, eles compararam a informação genética recente com uma que foi encontrada em 175 exemplares desses animais que estavam em museus. Em seguida, estas foram combinadas com o objetivo de criar um modelo que determine quais animais devem ser capturados para desenvolver um programa de criação em cativeiro similar aos já existentes na Tasmânia e na Austrália em geral.
De acordo com Schuster, “é preciso desenvolver um conjunto de exemplares saudáveis variados, que podem lutar contra futuras doenças ou até mesmo contra agentes patogênicos que talvez ainda não tenham evoluído".
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