sexta-feira, 22 de junho de 2012

A LAGARTA QUE SE DISFARÇA DE COBRA


 
À primeira vista, pode parecer uma cobra, mas é apenas uma pequena lagarta com um hábil meio de se defender dos predadores. A Papilio troilus desenvolveu um par de falsos olhos amarelos e azuis para assustar outros animais. Quando se desenvolve, ela perde a camuflagem e se transforma em uma borboleta de asas negras com bolinhas claras. Há lagartas no Brasil que usam o mesmo tipo de imitação que a Papilio troilus.

Fonte: Terra Ciência


terça-feira, 19 de junho de 2012

O MENOR CAVALO MARINHO DO MUNDO

Com apenas 16 milímetros de comprimento, o cavalo-marinho pigmeu é o menor entre todos os outros. Ele pode ser encontrado nos recifes de corais de países como Indonésia, Malásia e Ilhas Salomão.
Seus hábitos não são muito diferentes dos de seus familiares. É um peixe, tem ótima camuflagem – considerada uma das melhores, tanto que sua descoberta só foi possível após testes em laboratórios -, alimenta-se de molusco, crustáceos e plânctons, nadam com o corpo na vertical e podem viver tanto sozinhos como em colônias. Sua cor é um marrom meio amarelado e quando precisa fixar-se em alguma superfície, enrola sua calda no local. Assim como os outros, é super sensível. Portanto, para ter um desses em seu aquário, é necessário ter água salgada e muito carinho para dar. Infelizmente, e também como os outros, este animalzinho está sob risco de extinção. Seu nome pode ser encontrado na Lista Vermelha da União Internacional para a Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais (IUCN).

Fonte: http://agroba.se/Kxvp7w

segunda-feira, 18 de junho de 2012

CORUJA QUE MUDA DE APARENCIA



As corujas pertencem a uma ordem de aves chamada Strigiformes. Além de serem belas caçadoras (graças aos seus olhos extremamente aguçados), elas são conhecidas pela capacidade que possuem de girar sua cabeça em até 270º.
São bastante atentas ao seu ambiente e fazem o mínimo de barulho possível quando voam. Estão classificadas entre os predadores mais sofisticados do mundo, mesmo sendo tímidas e solitárias.
Esta espécie em específico, a Mocho-de-faces-brancas, tem uma característica bem interessante que a difere das outras corujas. Nativa do sudeste da África, ela tem a habilidade de modificar sua aparência quando está em situações de perigo e ameaça. Seu corpo pode tanto aumentar, para dar a impressão de ser maior, quanto diminuir, para se camuflar e ser confundida com um galho.
Sua ninhada contém dois ou três ovos que permanecem incubados por aproximadamente 30 dias. Eles são postos geralmente em ninho de outros pássaros. As corujinhas jovens deixam o ninho um mês após o nascimento.

CÉLULA, A UNIDADE BASICA DOS SERES VIVOS.

Nessa postagem iremos falar sobre células.


- Bom todos sabe que os seres vivos com exceção do vírus, são compostos por células. Existem seres formados por apenas uma célula, como os protozoários, e outros constituídos por milhões delas.
Atualmente entende-se a célula como um complexo químico tridimensional com intensa atividade, sendo a principal a síntese e transformação de substancias química.
Uma célula é normalmente constituída por membrana, citoplasma e núcleo.
A membrana é uma capa formada por lipídios e proteínas que envolvem a célula.
O citoplasma é um liquido encontrado no interior da membrana. O citoplasma apresenta uma serie de estruturas em seu interior, denominadas organelas citoplasmáticas.


- As organelas citoplasmáticas.

A) Lisossomos: pequenas vesículas com enzimas digestivas, cuja função é digerir substâncias que penetram na célula por fagocitose ou pinocitose, além de digerir estruturas celulares desgastadas pelo uso. 
Os lisossomos são originados no aparelho de Golgi.

B) Complexo de Golgi:  conjunto de membranas em forma de sacos, que estão sempre empilhados, dentro dos quais ocorre a armazenagem das substâncias produzidas no interior da célula.

C) Retículo endoplasmático: sistema de membranas que se apresentam sob forma de  canalículos, tubos e sacos, dentro dos quais circulam as substâncias fabricadas pela célula. Quando possui ribossomos aderidos, participa das sínteses proteicas e é denominado retículo endoplasmático rugoso. O retículo endoplasmático possui ainda outras funções: síntese de esteróides, inativação de certos hormônios e substancias nociva a saúde.

D) Ribossomos: são grânulos encontrados de forma livre no hialoplasma ou aderidos ao retículo endoplasmático. Está relacionado com as diversas sínteses proteicas que ocorrem no interior da célula.

E) Mitocôndria: são estruturas membranosas nas quais ocorre a respiração celular.

F) Cloroplastos: é estruturas membranosas que contém pigmento verde, a clorofila sendo responsáveis pela fotossíntese. Essas estruturas não estão presentes em células animais.

G) Centríolos: São cilindros tubulares relacionados com divisão e o esqueleto celular.

H) Vacúolo de suco celular: presentes principalmente em células vegetais participam do controle osmótico celular e do armazenamento de substancias.


- Permeabilidade da Célula:

Moléculas podem entrar na célula por meio de pequenos esporos existentes na membrana plasmática. A célula também pode absorver partículas relativamente grandes. Ao entrar em contato com a partícula a ser absorvida, a membrana plasmática sofre deformação, emitindo pseudópodos (falsos pés) que envolvem a partícula. As extremidades dos pseudópodos se fundem, a membrana plasmática sofre regeneração e a partícula passam a ser envolvida no interior da célula. Esse processo é chamado de Fagocitose. É o modo pelo qual os protozoários capturam seu alimento.
Já a Pinocitose é o processo utilizado pelas células para absorver partículas muito pequenas. O material a ser absorvido entra em contato com a membrana plasmática, que sofre uma invaginação, formando o canal da pinocitose. O material penetra por esse canal, que sofre a seguir um estrangulamento. a membrana plasmática sofre regeneração e o material absorvido fica dentro da célula, envolvido por uma bolsa, chamada pinossomo.


- O Núcleo da Célula:

Normalmente, as células possuem apenas um núcleo, mas existem células com dois ou vários núcleos. As células musculares estriadas, por exemplo, têm vários núcleos. 
No interior do núcleo existem um ou mais corpos densos, chamados de nucléolos, um liquido viscoso a carolinfa, e um emaranhado de fios, denominado cromatina.
Os seres vivos, de acordo com sua organização celular, podem ser classificados como procariontes ou eucariontes.
Eucariontes são os seres cujas células possuem um núcleo organizado, constituído pela carioteca, nucléolos e cromatina.
Os procariontes não possuem núcleo organizado em suas células. Não existe uma carioteca, que isola o material nuclear do citoplasma. A cromatina dos procariontes encontra-se numa região do citoplasma chamada nucleóide.

- Carioteca: a carioteca ou membrana nuclear é formada por duas membranas muito finas, semelhantes as demais membranas celulares. A carioteca possui poros chamados annulli, por onde macromoléculas podem passar do núcleo para o citoplasma e vice-versa.

- Cromatina: é o conjunto de cromossomos de uma célula em interfase, ou seja, uma célula que não esta se dividindo.
Nos procariontes, os cromossomos são constituídos por moléculas de DNA, cujas extremidades estão unidas por um bloco de proteína.
Nos eucariontes, os cromossomos são formados por moléculas de DNA, RNA e sais.

- Nucléolos: são estruturas ricas em RNA, existentes nos núcleos das células dos eucariontes.

Cromossomos: são filamentos longos e finos presentes no núcleo das células. Durante a divisão celular, os cromossomos sofrem condensação, transformando-se em bastões curtos e grossos.
Quando condensados apresentam em certas regiões constrições. Uma dessas constrições é chamada de centrômero.
Os genes, que irão determinar as características do individuo, estão localizados ao longo dos cromossomos são constituídos por moléculas de DNA.
Nas células da maioria dos seres vivos, os cromossomos estão dispostos dois a dois. Esses são os cromossomos homólogos.
As células que possuem pares de cromossomos homólogos são denominadas Diplóides. As células que apresentam apenas um cromossomo de cada tipo são chamadas haplóides.

(ADAPTADO POR MURILO VILLA)

Bom, espero que possam entender!!!

domingo, 17 de junho de 2012

DIVISAO CELULAR (Mitose e Meiose)

Mitose e Meiose.

- Mitose:

A mitose e um processo de divisão celular no qual uma célula se divide em duas, produzindo duas células idênticas. A mitose se divide em 4 fases:

Prófase, Metáfase, Anáfase e Telófase.



-Prófase: os cromossomos começam a se enrolar. Os nucléolos desaparecem gradativamente. No citoplasma, os centríolos migram para direções opostas. A carioteca se rompe e os cromossomos espalham-se pelo citoplasma.

-Metáfase: com o rompimento da carioteca, o centro da célula e ocupado por um conjunto de fibras, denominado aparelho mitótico. Os cromossomos unem-se aos pólos da célula por meio do aparelho mitótico. A seguir, ocorre a divisão do centrômero e a separação das cromátides, que passam a ser chamadas de cromossomos irmãos.

-Anáfase: as cromátides irmãs  se separam e unem-se aos pólos da célula por meio das fibras cromossômicas. Quando os cromossomos atingem os pólos da célula, termina a anáfase e começa a telófase.

-Telófase: as vesículas resultantes da fragmentação da carioteca começam a se concentrar em torno dos conjuntos cromossômicos, formando novas cariotecas. Os cromossomos se descondensam e os nucléolos reaparecem. As fibras do aparelho mitótico desaparecem e o citoplasma divide-se em dois.
  

- Meiose:

É um processo de divisão celular no qual uma célula diplóide da origem a células haplóides. Na meiose ocorrem duas divisões celulares consecutivas. A prófase da primeira divisão e longa e nela ocorrem fenômenos não observados em outros tipos de divisão celular.
A prófase da primeira divisão celular pode ser dividida em 5 fases:



-Leptóteno: começa a condensação dos cromossomos. Ao longo dos cromossomos nota-se a presença denominados cromômeros.

-Zigóteno: os cromossomos homólogos começam a se emparelhar, enquanto continuam a condensar.

-Paquíteno: nessa fase, cada cromossomo está constituído por duas cromátides. Cada par de cromossomos homólogo aparece como uma única estrutura e são denominados bivalentes. Cada cromossomo bivalente possui quatro cromátides. Nessa fase ou no zigóteno podem ocorrer quebras em cromátides homólogas. Um pedaço de uma cromátide se solda no pedaço da cromátide homóloga e vice-versa. Esse fenômeno é chamado de crossing-over ou permutação. A seguir, os cromossomos homólogos começam a se separar.

-Diplóteno: à medida que os cromossomos homólogos se separam, as cromátides homólogas se cruzam. O cruzamento das cromátides homólogas chama-se quiasma.

-Diacinese: os nucléolos desaparecem. A separação dos cromossomos homólogos continua e os quiasmas vão se deslocando em direção às extremidades dos cromossomos.

-Metáfase I: a carioteca se rompe e a região equatorial da célula passa a ser ocupada pelo aparelho ou fuso mitótico. Os cromossomos unem-se as fibras de pólos opostos. Os cromossomos se deslocam para os pólos da célula, sem que haja divisão dos centrômeros.

-Anáfase I: os cromossomos homólogos, com as cromátides unidas pelo centrômero, atingem os pólos da célula.

-Telófase: os cromossomos homólogos se descondensam, os nucléolos reaparecem e a carioteca se regenera. Aparecem dois novos núcleos nos pólos da célula e o fuso desaparece.

-Prófase II: os cromossomos tornam a se condensar e os nucléolos desaparecem. A carioteca rompe.

-Metáfase II: os cromossomos se espalham e migram para a zona equatorial da célula. O fuso acromático reaparece e os cromossomos unem-se às fibras do fuso.

-Anáfase II:  os centrômeros se dividem e as cromátides irmãs estão unidas as fibras de pólos opostos. Os cromossomos, constituídos por uma cromátide, migram para os pólos da célula.

-Telófase II: nos pólos de cada célula os cromossomos se desenrolam, os nucléolos reaparecem e as cariotecas se regeneram. o citoplasma se divide, originando duas células haplóides.


(TEXTO ADAPTADO POR MURILO VILLA)


Em casos de duvidas, deixe um comentario abaixo!

sábado, 16 de junho de 2012

DIABO DA TASMANIA RESISTIRAO ATE 2016?





O maior marsupial carnívoro do mundo está sob forte risco de extinção. Conhecido como diabo-da-tâsmania, este mamífero tem sido vítima de um tipo de câncer altamente contagioso que causa tumores faciais.
Esta doença, cuja sigla em inglês é DFTD e sua primeira aparição ocorreu no ano de 1996, já eliminou cerca de 80% desta população que é originária da Austrália. Através disso, os cientistas começaram a preparar o genoma do diabo-da-tasmânia com o objetivo de protegê-los do sumiço.
Para entendermos um pouco sobre essa grave situação, o professor de bioquímica e biologia molecular da Penn State University e principal autor de um estudo que foi publicado na edição da última segunda-feira, 27 de junho, nas atas da Academia Americana de Ciências, explica “Imaginem só um câncer humano que fosse contagioso através do aperto de mão. Erradicaria nossa espécie muito rapidamente”.
Driblando a má notícia de que a epidemia poderia aniquilar toda a espécie em 5 anos (caso a doença atinja todo seu território), os cientistas deram início a um programa experimental de vacinação e, este ano, já identificaram um diabo-da-tasmânia que conseguiu demonstrar resposta ao tumor com base em seus anticorpos.
Para chegar a esse resultado, os cientistas utilizaram a informação derivada do sequenciamento genético da espécie para então selecionar geneticamente a que seja mais resistente. Os alvos foram um macho que se chamava Cedric (nascido em cativeiro) e uma fêmea Spirit, nascida em liberdade e que morreu em decorrência da doença.
Após isso, eles compararam a informação genética recente com uma que foi encontrada em 175 exemplares desses animais que estavam em museus. Em seguida, estas foram combinadas com o objetivo de criar um modelo que determine quais animais devem ser capturados para desenvolver um programa de criação em cativeiro similar aos já existentes na Tasmânia e na Austrália em geral.
De acordo com Schuster, “é preciso desenvolver um conjunto de exemplares saudáveis variados, que podem lutar contra futuras doenças ou até mesmo contra agentes patogênicos que talvez ainda não tenham evoluído".

RAPOSA DO ARTICO





A raposa-do-ártico é conhecida por viver em temperaturas de até -50 °C. Embora alguns classificadores as relacionem ao gênero Vulpes como as demais raposas, este animal é considerado atualmente como o único membro do gênero Alopex.
Também chamada de raposa-polar, ela habita a região do Polo Norte e alimenta-se de pequenos mamíferos e roedores. Por habitar uma região com pouco alimento, ela costuma fazer uma reserva de comida em sua toca. Estudos revelaram que a espécie pode andar até 2300 Km no ano em busca de alimentos.
Seu corpo pode chegar a até 1 metro e ela pesa de 2,5 kg até 7 kg. O curioso desta raposa, é que ela varia de coloração de acordo com a estação do ano. A pelagem é branca no inverno, porém no verão ela se torna castanho-parda. Existem muito pelos na orelha, principalmente para manter a temperatura do animal e ela ainda possui grandes patas para não afundar na neve.
A reprodução da espécie ocorre no verão. Normalmente o casal dá origem de 6 a 10 crias. A gestação ocorre em 50 dias e o filhote mama até 9 semanas de idade, atingindo a maturidade com 10 meses. A expectativa de vida da raposa-do-ártico varia entre 3 e 10 anos.